No dia 14 de abril tive uma experiência não muito agradável numa visita ao restaurante japonês Mure Sushi. Eu e mais 8 pessoas fomos à unidade de Santana, na Praça Heróis da Força Expedicionária Brasileira, para comemorar o aniversário de um deles.
Chegando ao local com minha namorada, tivemos de esperar pelos outros convidados do lado descoberto, pois o lugar não tem ambiente para espera dentro. Para nosso azar, fazia muito frio. A casa, montada em dois andares, nos pareceu cômoda. Ao chegarem nossos colegas, subimos para o andar de cima, já que o térreo não tinha espaço para juntar 4 mesas, embora houvesse apenas duas ocupadas. Já no segundo andar, vimos que o ambiente não era tão confortável quanto parecia. Juntamo-nos metade em um nada aconchegante sofá junto à parede, metade em cadeiras do outro lado da mesa. O restaurante atende no sistema rodízio, onde diversas barcas de sushis e sashimis vêm à mesa à vontade, e à la carte. Pedimos 6 rodízios, já que um dos presentes não tinha fome e minha namorada não come os pratos típicos. Ela pediu o cardápio para escolher um prato à la carte. O garçom tirou as bebidas e aguardamos. Minha namorada queria um tempurá de camarão, prato presente em qualquer restaurante japonês mediano. Porém, para nossa surpresa, a casa não trabalhava com a fritura nesta versão. Depois de muito pesquisar o menu, preferiu pedir um teppanyaki de frango - frango grelhado com legumes e gohan (arroz branco). Logo após, o garçom chegou com as bebidas. Uma mesa com nove pessoas faz um certo barulho e, ao questionar de quem era cada bebida, o funcionário não foi ouvido. Assim, ficou impaciente e começou a gritar com a mesa, com muita falta de educação, só faltando atirá-las na mesa! Percebi, após isso, um olhar de deboche do mesmo. Já fiquei com um pé atrás. Após mais um tempo, chegaram nossos temakis de entrada e os pratos quentes. Além de shimeji refogado e gyozas, recebemos um pedaço pequeno de salmão para cada três pessoas, o que não me agradou. Os temakis, porém, tinham o arroz bem temperado, com a medida de vinagre adequada e úmido e a alga crocante, apesar do recheio de salmão estar muito batido, quase moído. As barcas (pratos rasos, na verdade) demoraram a chegar. Quando vieram, nada do frango grelhado. Esperamos mais 10 minutos, afinal algum problema poderia ter ocorrido na cozinha. Depois desse tempo, comecei a reclamar junto com minha namorada. Enquanto isso, ia comendo o que já estava na mesa. O arroz, agora, mostrava-se seco e farinhento além da conta. O sashimi estava levemente congelado em alguns pontos, o que foi muito incômodo. Sushis com invenções ao excesso me davam a impressão de um sushiman mal preparado. Dentre as desagradáveis combinações, enrolados de arroz, alga, goiabada e calda de maracujá (!) e de salmão com morango e cream cheese. Vinte minutos mais se passaram e nada do frango. Chamei o garçom e pedi para que pudesse verificar o prato na cozinha. Pedi, junto, mais dois temakis e uma barca. A barca veio, com mais enrolados inventados e quase nenhum peixe. Ao terminar de comer esta segunda barca, o frango e os temakis ainda não haviam chegado, e nem o garçom havia me dado um retorno a respeito do meu pedido de verificação. Resolvemos, após cerca de 50 - cinquenta! - minutos do pedido do frango, cancelar o prato. Uma falta de preparo dos garçons que não sabem informar o cliente do andamento dos pedidos e nem se importam com isso, e da cozinha, porque em 50 minutos é possível grelhar uma granja inteira! Concluindo: o lugar se mostrou muito mal educado com os clientes, e a comida muito aquém do esperado, já que não se paga tão barato (R$38,90 o rodízio, de domingo). Não sei quanto tempo demorarei para retornar, se isso acontecer!
Chegando ao local com minha namorada, tivemos de esperar pelos outros convidados do lado descoberto, pois o lugar não tem ambiente para espera dentro. Para nosso azar, fazia muito frio. A casa, montada em dois andares, nos pareceu cômoda. Ao chegarem nossos colegas, subimos para o andar de cima, já que o térreo não tinha espaço para juntar 4 mesas, embora houvesse apenas duas ocupadas. Já no segundo andar, vimos que o ambiente não era tão confortável quanto parecia. Juntamo-nos metade em um nada aconchegante sofá junto à parede, metade em cadeiras do outro lado da mesa. O restaurante atende no sistema rodízio, onde diversas barcas de sushis e sashimis vêm à mesa à vontade, e à la carte. Pedimos 6 rodízios, já que um dos presentes não tinha fome e minha namorada não come os pratos típicos. Ela pediu o cardápio para escolher um prato à la carte. O garçom tirou as bebidas e aguardamos. Minha namorada queria um tempurá de camarão, prato presente em qualquer restaurante japonês mediano. Porém, para nossa surpresa, a casa não trabalhava com a fritura nesta versão. Depois de muito pesquisar o menu, preferiu pedir um teppanyaki de frango - frango grelhado com legumes e gohan (arroz branco). Logo após, o garçom chegou com as bebidas. Uma mesa com nove pessoas faz um certo barulho e, ao questionar de quem era cada bebida, o funcionário não foi ouvido. Assim, ficou impaciente e começou a gritar com a mesa, com muita falta de educação, só faltando atirá-las na mesa! Percebi, após isso, um olhar de deboche do mesmo. Já fiquei com um pé atrás. Após mais um tempo, chegaram nossos temakis de entrada e os pratos quentes. Além de shimeji refogado e gyozas, recebemos um pedaço pequeno de salmão para cada três pessoas, o que não me agradou. Os temakis, porém, tinham o arroz bem temperado, com a medida de vinagre adequada e úmido e a alga crocante, apesar do recheio de salmão estar muito batido, quase moído. As barcas (pratos rasos, na verdade) demoraram a chegar. Quando vieram, nada do frango grelhado. Esperamos mais 10 minutos, afinal algum problema poderia ter ocorrido na cozinha. Depois desse tempo, comecei a reclamar junto com minha namorada. Enquanto isso, ia comendo o que já estava na mesa. O arroz, agora, mostrava-se seco e farinhento além da conta. O sashimi estava levemente congelado em alguns pontos, o que foi muito incômodo. Sushis com invenções ao excesso me davam a impressão de um sushiman mal preparado. Dentre as desagradáveis combinações, enrolados de arroz, alga, goiabada e calda de maracujá (!) e de salmão com morango e cream cheese. Vinte minutos mais se passaram e nada do frango. Chamei o garçom e pedi para que pudesse verificar o prato na cozinha. Pedi, junto, mais dois temakis e uma barca. A barca veio, com mais enrolados inventados e quase nenhum peixe. Ao terminar de comer esta segunda barca, o frango e os temakis ainda não haviam chegado, e nem o garçom havia me dado um retorno a respeito do meu pedido de verificação. Resolvemos, após cerca de 50 - cinquenta! - minutos do pedido do frango, cancelar o prato. Uma falta de preparo dos garçons que não sabem informar o cliente do andamento dos pedidos e nem se importam com isso, e da cozinha, porque em 50 minutos é possível grelhar uma granja inteira! Concluindo: o lugar se mostrou muito mal educado com os clientes, e a comida muito aquém do esperado, já que não se paga tão barato (R$38,90 o rodízio, de domingo). Não sei quanto tempo demorarei para retornar, se isso acontecer!
Ambiente: 2/5
Atendimento: 1/5
Comida: 1.5/5
Custo-benefício: 1.5/5
GERAL: 1.5/5
NOTAS FINAIS
FUJA! Há muitas opções de comida japonesa em São Paulo, inclusive na Zona Norte. Comida de baixa qualidade, atendimento precário e custo-benefício que não vale a pena.
MURE SUSHI
Praça Heróis da Força Expedicionária Brasileira, 136 - Santana
Segunda a sexta: 12h-15h/19h-23:30
Sábados e feriados: 12h-16h/19h-23:30
Domingos: 12h-23h
Praça Heróis da Força Expedicionária Brasileira, 136 - Santana
Segunda a sexta: 12h-15h/19h-23:30
Sábados e feriados: 12h-16h/19h-23:30
Domingos: 12h-23h
Almoço de segunda a quinta: R$29,90
Jantar de segunda a quinta: R$36,90
Sexta, sábado, domingo e feriados: R$38,90, almoço e jantar
Por Pedro Galante


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